quarta-feira, outubro 13, 2010

Durham University no Top 100!


A universidade de Durham prima por uma interacção alunos-professores que para mim, habituado ao sistema universitário nacional, surpreendeu muito positivamente!

Aqui leva-se a sério a máxima que alunos e professores aprendem uns com os outros e não há Sr. Dr. ou "Sôtor" nem títulos que sejam usados para criar uma barreira com os alunos.

Tenho muito orgulho de como Student Representative dos estudantes de mestrado ter vindo a coloborar, dentro das minhas possibilidades, para que este ambiente único - que só pode ser vivido e dificilmente descrito - continue e seja melhorado.

Surpresa portanto que o nome de Durham University tenha entrado na lista das 100 melhores universidades do mundo? E que tenha sido colocada, por 5000 empresas consultadas mundialmente, no 25º lugar em termos da reputação dos seus alunos (à frente de Universidades tão conceituadas como Princeton?)? Nenhuma!

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quinta-feira, julho 08, 2010

A Singapura do Atlântico

O Dr. Alberto João Jardim (AJJ) tem repetidamente ao longo dos últimos anos sugerido que a Madeira devia ser ‘a Singapura do Atlântico’.

Antes de mais convém lembrar que Singapura, graças a uma estratégia baseada na educação e indústria (sobretudo nos sectores da electrónica, refinação de petróleo, produtos químicos e ciências biomédicas), se transformou em poucas décadas num dos países do mundo com maior rendimento per capita.

Apesar desta ideia de AJJ ter sido bastante ridicularizada por ter sido vista por pessoas sem ambição nem visão como um delírio, pessoalmente achei que era uma ideia com o potencial de pelo menos fazer pensar na estratégia de crescimento de longo prazo para a região e estabelecer uma visão do que se pretendia para o nosso futuro.

Na minha opinião numa região com parcos recursos naturais como a Madeira a maior riqueza está nos seus recursos humanos e, como tal, os investimentos para a criação de um sistema de educação de excelência são cruciais para maximizar o potencial existente.

Mas tais investimentos têm de ter um retorno palpável e efectivo e assim julgo que seria necessário assumir com coragem e ambição objectivos claros que pudessem ser verificáveis facilmente. Sugiro, por exemplo, que se estabelecesse uma meta para que em 5 anos os resultados nas provas nacionais das escolas madeirenses estivessem acima da média nacional e que a Universidade da Madeira estivesse colocada nos rankings publicados pelo Ministério da Educação entre as 3 melhores universidades portuguesas.

Em termos das áreas de indústria a investir sou da opinião que as Tecnologias de Informação e as Ciências Biomédicas são as mais prioritárias pois são as que permitem mais facilmente que uma região como a Madeira possa criar um cluster de empresas que associadas à Universidade possam criar produtos e serviços exportáveis para qualquer parte do mundo.

Naturalmente que para competir a nível global em áreas tão competitivas como as que referi, em que não há espaço para amadorismos nem favorecimentos nem incompetências, é necessário que o mérito, a competência e o conhecimento sejam os únicos critérios a ter em conta em todas as decisões.

Investimentos deste calibre têm custos financeiros elevados pelo que será necessário naturalmente redireccionar verbas de outras áreas. Talvez, em vez de investirmos milhões no futebol profissional para os clubes contratarem jogadores estrangeiros e onde o retorno é altamente duvidoso, se pudesse usar essas verbas para atrair os melhores investigadores nas áreas referidas para a Universidade da Madeira e assim os nossos alunos universitários pudessem aprender com os melhores cérebros.

Evidentemente que toda esta estratégia e a respectiva implementação é árdua e necessita de investimentos contínuos durante um longo prazo e um controlo rigoroso dos resultados que vão sendo obtidos.

Agora o que não se pode é querer que a Madeira se torne na ‘Singapura do Atlântico’ e estar à espera que isso aconteça por obra do Espírito Santo.

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quinta-feira, outubro 15, 2009

Economist MBA Ranking 2009

Durham Business School has been ranked 53rd in the world (65th in 2008) and 8th in the UK (15th in 2008) in the Economist’s annual ranking of the top 100 full-time MBA programmes.

To a view of the full ranking just follow the link.

This is indeed a reflection of the continuous effort to improve that us students can verify on a daily basis. Congrats Durham!

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